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9 de junho de 2015

Oficinas do Fazer - Competências Técnicas de Empregabilidade #7

Testemunho - Participantes


Nos tempos que correm em que a Crise acentuou o desemprego e reduziu a segurança do emprego fixo de longa duração, a necessidade de ser mais criativo, inovador e competente tornou-se imperativa.
Se outrora a competitividade se resumia apenas dentro do Mercado de Trabalho, na procura de destaque ou promoções, hoje ela começa muito antes em outro Mercado, o do Desemprego.

A Oficina da Empregabilidade tem sido enriquecedora em adquirir maiores competências, tais como criar um currículo bem estruturado e original; usar as Redes Sociais de forma produtiva, activa e consciente; saber comunicar de forma assertiva e clara; saber que postura adoptar em entrevistas; conhecer os nossos deveres e direitos, e ter sempre um plano B para colmatar o plano A.
Armas inteligentes e úteis nesta jornada em que grande parte se encontra, para que possamos nos auto-destacar de entre muitos e nos promover da posição de desempregado para a de empregado. E estarmos melhor habilitados para continuarmos a crescer exponencialmente.



Texto: Sheila Punja
Fotografias: Ângela Domingos
Publicado por: Marília Sousa

12 de maio de 2015

Oficinas do Fazer - Competências Técnicas de Empregabilidade #2



Módulo II - Pesquisa Activa de Emprego

Na "Pesquisa Activa de Emprego" salientou-se a importância de delinear, primeiramente, as estratégias de procura:

- selecção das fontes de pesquisa dos anúncios de emprego visados;
- elaboração de bases de dados dos endereços válidos dos responsáveis pelo recrutamento (DRH, consultores, redes sociais);
- uso da agenda como base do planeamento dos contactos feitos e por efectuar.

Nas diversas Redes Sociais (Facebook, Linkedin, Portfolios...) é um dever rentabilizar, ao pormenor, todo o nosso potencial começando por nos apresentar com um resumo de competências, perfil profissional completo (ex: "perfil campeão" no Linkedin) e recomendações de colegas de trabalho, estudo ou grupo de interesse.

Temos que começar por dar especial ênfase às conexões com as empresas, e áreas, preferidas e respectivos, recrutadores e especialistas, participando em fóruns de discussão sobre temas relacionados, mostrando sempre disponibilidade para a partilha da nossa experiência.

As redes tecnológicas não substituem o contacto em privado.

Logo, apercebemo-nos da dimensão que um "Elevator Pitch", bem estruturado, nos pode dar, e partimos para uma análise crítica às apresentações individuais, em cenários distintos, consoante o objectivo de cada um para o futuro próximo.

Texto: Nuno Lopes
Fotografia: Marília Sousa
Publicado por: Marília Sousa