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16 de julho de 2015

Oficinas do Fazer - Competências Técnicas de Empregabilidade #9

A Mandala da Vida


Ainda no seguimento da oficina de Técnicas de Empregabilidade, a nossa querida formadora presenteou-nos com uma sessão extra muito especial.

Esta sessão proporcionou-nos a oportunidade de fazer uma autodescoberta através da realização da mandala da nossa vida. Foi-nos proposto pensarmos no que somos, o que nos define, do que realmente gostamos, quais os nossos valores e interesses; o que queremos ter/levar sempre connosco, independentemente do rumo que a nossa vida tomar e ainda o que procuramos e desejamos conquistar como projecto futuro.

Mandala significa “círculo” em sânscrito. É uma ferramenta que nos permite trabalhar aspectos que precisamos esclarecidos ou fortalecidos em termos de personalidade e desenvolvimento pessoal.

Este foi um exercício de introspecção com recurso à criatividade, que mistura os três tempos (passado, presente e futuro), convidando-nos a pensar no que realmente nos importa na vida.

Ajuda-nos a responder a questões sobre nós mesmos, as nossas escolhas, a razão dos nossos hobbies, etc. com maior consciência e mais certezas. Não apenas nos poderá ajudar em situações em que, seja porque somos candidatos a um emprego, seja porque estamos a apresentar um projecto nosso, tenhamos de falar de nós de uma forma mais livre e informal (sem que nos percamos no discurso), como também nos ajudará a sentir até que ponto determinada situação da nossa vida nos está a fazer afastar dos nossos valores fundamentais, das nossas vontades íntimas, do nosso fico pessoal.

Ou seja, organiza o nosso discurso sobre nós próprios, traçando, de uma forma simbólica, uma espécie de mapa ou diagrama do nosso universo interior, permitindo-nos, também, descobrir e até repensar prioridades.

Apesar de se tratar de um exercício individual, foi realizado com o apoio directo de todo o grupo (desde o empréstimo de materiais, à partilha de imagens que cada qual ia encontrando).

No final, cada qual apresentou este "seu mundo" (a "esfera sagrada" em que se move na vida) aos restantes colegas, receptores privilegiados e empáticos, algo possível numa etapa como esta, em que todos já se vão conhecendo relativamente bem.

Esta apresentação desafia cada um a assumir os seus desejos de forma livre, descontraída e descomplexada, sem limites de qualquer tipo. Por outro lado, permite-lhe "ecoar" a sua mensagem, isto é, a escutar aquilo que diz e perceber como se sente nas afirmações que transmite sobre si (genuinidade, convicção, completude), permitindo-se depois burilá-las, corrigindo, acrescentando, priorizando, complementando...

O à-vontade com que apresenta a sua "mandala" será, idealmente, o mesmo com que deverá comunicar quaisquer outros propósitos na vida.

Aos espectadores, permitirá identificar muitas coisas que têm em comum, independentemente das diferenças. Afinal, estamos todos tão próximos, que as nossas esferas se tocam e, se calhar, se unem numa só... Maior!




Texto: Ana Paula Costa e Ângela Domingos
Fotografia: Ana Paula Costa
Edição de fotografia: Ângela Domingos
Publicação: Marília Sousa

16 de abril de 2015

Oficinas do Ser - Marketing Pessoal #2

Testemunho - Participantes


A vida é um jogo

Gosto de passear pelas ruas… Ver as pessoas a serpentear
As vielas e ruas que se entrelaçam pelas avenidas da cidade.
Ver as montras cheias de luz
Que ofuscam os olhos e enfeitiçam os pensamentos.
Ver a agitação citadina, num frenesim intenso
Como se de um formigueiro se tratasse.
Cada pessoa, cada indivíduo,
Cada ser que respira é peça importante
Deste jogo de tabuleiro que é a vida.
E cada um tem um papel só seu.
Não podemos esquecer da nossa identidade,
Não podemos esquecer quem somos,
Não podemos esquecer quão importante somos.
E as pessoas também se vendem!
Mostram a sua beleza, sua criatividade, a sua essência
E principalmente têm de mostrar
Que desistir não é forma de viver
Mas sim forma de se fechar para vida.

Poema escrito por Joana C.

15 de abril de 2015

Oficinas do Ser - Marketing Pessoal #1

Testemunho - Participantes


Aprendemos a FÓRMULA PARA O SUCESSO, e agora?

Agora é fazer...

Somos o que comemos, vivemos, ouvimos, um pouco do que nos rodeia, mas também somos o que queremos e principalmente que nos permitirmos ser.

Umas pessoas estão melhor com a vida do que outras. Todos temos fases menos boas – Quanto tempo decidimos ficar nesse processo? Quão rápido saímos dele?

Às vezes perdemos o rumo. Acontece a toda a gente. Para o voltarmos a encontrar é muito importante ter pontos de referência. Uma forma de o fazermos é através da leitura. Ler bons livros.

Somos o nosso pior inimigo por causa das crenças que temos e que nos limitam. Nada é pior que as crenças limitadoras.

Aquilo que conseguimos alcançar tem mais a ver com a forma como encaramos a vida do que propriamente com o meio onde nos inserimos ou com os recursos que temos.

Devemos tentar ser felizes um dia de cada vez, a vida constrói-se todos os dias, e não é fácil. Vivamos sempre o presente.

Quão alto cresce uma árvore? O mais alto que conseguir. Devemos manter-nos sempre num caminho de desenvolvimento constante a nível pessoal.

Todos os dias temos o poder de escolher um caminho: Ser VÍTIMA ou assumir RESPONSABILIDADE. Muito facilmente arranjamos desculpas para seguir o caminho da VÍTIMA.

Isto prende-se com os nossos bloqueios internos e com as tais crenças limitadores. Devemos sim seguir o caminho da RESPONSABILIDADE: ter a HABILIDADE para dar RESPOSTA aos desafios.

Perguntemo-nos: O que é que nos MOTIVA? Qual é o nosso PROPÓSITO? Quando temos um propósito conseguimos assumir a responsabilidade.

Não nos conformemos. Pensemos positivo. Sonhemos alto.

Dêmos ao nosso corpo, todos os recursos de que necessita para obter a melhor PERFORMANCE: descanso, boa alimentação, treino. Tenhamos bons HÁBITOS. Tenhamos DISCIPLINA, pois esta é a arma mais importante para ter PERFORMANCE enquanto pessoas.

Mudemos o nosso AMBIENTE: rodeemo-nos de livros, pessoas positivas. Afastemos o que é negativo.

O que queremos ser? - Ricos? Estudemos os ricos. Ter saúde? Estudemos quem tem saúde. Felizes? Estudemos quem é feliz.

Sejamos o melhor que conseguimos ser naquilo que escolhemos.

Tenhamos DETERMINAÇÃO. Não cometamos o crime de não dar uso às competências e talentos que temos. Não limitemos os nossos pensamentos.

Tenhamos FOCO. Definir qual é o nosso propósito e os nossos objectivos e revê-los todos os dias, trabalhando em função disso. Não permitamos que nada nos distraia.

Aproveitemos bem o nosso tempo. É o nosso recurso mais escasso e precioso.

Valorizemos o poder do pensamento. Pensemos positivo. Moldemos a mente com coisas boas.

Acreditemos que somos capazes e merecemos o melhor.

Digamos EU VOU.

Proponhamo-nos a FAZER coisas novas, a LER coisas novas, não sucumbamos à mediocridade.

Se queremos melhorar a nossa PERFORMANCE enquanto pessoas, a alteração mais profunda que podemos fazer é alterar os nossos PENSAMENTOS e as nossas PALAVRAS.

Sejamos OUSADOS. Não pensemos pequeno. Tenhamos mais CORAGEM. Predisponhamo-nos a fazer um pouco MAIS. Inspiremos os outros. Façamos a diferença na vida de alguém.

Utilizemos da melhor forma o nosso TEMPO. Não nos limitemos. Aproveitemos cada dia. Não nos deixemos bloquear. Façamos as coisas com INTENÇÃO e COMPROMISSO. Tenhamos ATITUDE. Tenhamos VONTADE de crescer a nível pessoal. DÊMOS aos outros.

Só vivemos uma vez, se vivermos com convicção, uma vez chega.

____________________________

Escrito por Carolina e Ângela

14 de abril de 2015

Sessão de Networking - A arte de Influenciar #2

Testemunho - Participantes


O paradigma de pôr o nosso Conhecimento em acção no contexto de trabalho de equipa com a Habilidade necessária, para a partilha de informação e ter esta Atitude constantemente, é actualmente o conceito da Arte de Influenciar, condição indispensável à superação individual.

Ao avaliar o impacto das palavras no pensamento e nas emoções, tomámos consciência da importância da indução positiva para obter melhores resultados.

Na busca de uma alta performance, potencializamos o nosso comportamento, mantendo o foco no que podemos controlar.



6 de abril de 2015

Oficinas do Ser - Motivação #1

Testemunho - Formadora Cláudia Caetano 


Abordar o tema de motivação é conseguir o click pessoal em cada um de nós.
É despoletar a consciência do que nos move… e garantir a criação de metas individuais para fomentar a energia necessária das queremos alcançar.
Sabendo que a nossa auto motivação envolve iniciativa, esforço e entusiasmo, mas que é por vezes uma montanha russa (ora em cima, ora nem por isso) ficam algumas sugestões para a mantermos a mesma em níveis de boa eficiência:

Lista dos sonhos / objectivos (e adaptação dos objectivos ao longo dos tempos)
Perspectiva positiva (das pessoas, dos acontecimentos, dos desafios)
Fazer o que se gosta (ou encontrar algo positivo no mesmo)
Encarar (e aceitar) os erros como lições
Premiar-se a cada vitória
Planear o seu dia a dia (check List)
Trabalhar num espaço limpo e arrumado
Aprender a dizer “Não”
Parar para pensar
Valorização a importância de cada tarefa
Tirar partido das horas de elevada produtividade
Focar-se no que é importante
Auto Disciplina (muita, imensa, a potes)
Lutar contra a procrastinação

Não queremos ser o sapo que apenas decide saltar do tronco!

Gostei das palavras chave com que fechámos a acção, em especial do original “Alinhamento de direcção” dito (e muito bem) por um de vós.

Da minha parte só posso agradecer os agradáveis momentos que passámos juntos. Gostei (realmente) de vos conhecer.

Saliento o excepcional trabalho de equipa nas várias tarefas executadas onde demonstraram um nível elevado (e que poucas vezes assisti) de maturidade de cooperação, entendimento e respeito mutuo.

Até breve!

“A visão sobre onde queremos chegar ou quem queremos ser é o nosso maior activo. Sem ter uma meta é difícil marcar pontos. Não basta ser bom, é preciso querer ser bom.” Paul Arden

2 de abril de 2015

Oficinas do Ser - Autoconhecimento #3


Testemunho - Participantes


Dificuldade do ser

Nada é fácil...
Nem escrever umas
Singelas palavras se torna fácil...
O rumo que tomamos
Torna-se num vasto mar
Difícil, difícil de navegar
E misterioso para descobrir.
Eu quero descobrir!
Quero ser peixe
Para mergulhar
Sorver, respirar desse mar...
E saber o que é ser peixe.
Não quero ser mais um
Quero ser aquele,
Aquele que soube
Sobreviver, sentir,
Viver e sorrir,
Sofrer e até pedir, pedir
Para nunca deixar de ser
Aquele peixe, singelo talvez,
Mas que mora num vasto mar
Difícil de navegar.

Poema escrito por Joana C.

31 de março de 2015

Oficinas do Ser - Autoconhecimento #1

Testemunho - Formadora Susana Marques da Cunha 


Mulheres e Homens,
Num voo conjunto.
Navegantes.
Caminhantes.
De mente no mundo,
Vidas e encruzilhadas.
Olhares, ladainhas e sorrisos de bolso.
Olhares, ladainhas e sorrisos de inspiração.
Caminhado por ruas sem calçada.
E de novo, perdidos.
Descalços.
Desorientados.
Com regras e sonhos.
Reclusos em si próprios.
Buscam âncoras em nós.
Buscam âncoras em si.
Buscam âncoras no mundo.

Olho-os como uma tela complexa,
como uma redoma de emoções.
Hoje, tela e pincel,
cor e corante,
óleo e pastel...
numa dança alucinante.
Formas que teimam em nascer.
Ideias vagas e abstractas.
Ideias precisas e preciosas.
São mulheres com asas.
São homens com asas.
Metamorfoses surreais.
Paleta de cores fortes e emaranhadas,
Tela intrincada, ela e eu.
Num bailado que começa,
num diálogo enfeitiçado.
Eles e eu, repletos de inspiração...

Retrato do grupo Saber Ser Saber Fazer
Por Susana Marques da Cunha 2015

27 de março de 2015

Oficinas do Ser - Planeamento e gestão da vida pessoal #2

Testemunho - Participantes


Gerir a vida do tempo da nossa vida…

Muitas vezes, demasiadas até, o nosso dia não tem tempo…
… e o tempo do ano que passou, ainda tem tempo?
O seu, o nosso, o dele,…todos os nossos dias têm as mesmas 24 horas, já planeou o dia de amanhã?
Nós, participantes do Projecto Saber Ser Saber fazer aprendemos como gerir o tempo com eficácia no módulo de Planeamento e Gestão da Vida Pessoal.
Começámos por definir os nossos objectivos de vida, de seguida fomos incentivados a planear e estabelecer prioridades nas tarefas que realizamos e queremos vir a realizar sem procrastinar.
E sem nos perdermos no tempo aprendemos a optimizar o nosso dia, evitando interrupções, pausas e distracções, mas nunca sem deixar algum tempo para imprevistos e compensações.

“Se não tens rumo nenhum vento te será favorável – Séneca”

26 de março de 2015

Oficinas do Ser - Planeamento e gestão da vida pessoal #1

Testemunho - Formadora Ana Conde 


O tempo e o planeamento, dois dos grandes desafios com que a maior parte das pessoas se debate.

Como fazer para equilibrar a vida entre o tempo que não estica e as coisas que se querem fazer, mas que se vão eternamente adiando? Definir objetivos foi o primeiro passo.

Depois, perceber claramente o que é realmente urgente e importante, ou simplesmente não urgente e não importante.

Porque se perde tempo? Com que se perde tempo? O que fazer para ganhar tempo? Como se definem prioridades? Como se estabelecem objetivos SMART?
Este módulo passou a correr, e mais uma vez, os desafios foram superados. Tivemos casos concretos que provam como é possível fazer o que até à data se pensava impossível.

Definir um plano diário, semanal e anual foi um dos desafios mais entusiasmantes pois com isso foi possível perceber o estado em que cada um se encontra e para onde quer ir.

Obrigado a cada um de vós:

À Sheila, à Carolina, à Aida, às Joanas, à Ângela, à Marília, à Marta, à Sofia, à Patrícia, ao Nuno, ao Bruno, ao Rui, pela vossa participação e empenho e espero ter contribuído para mais um salto acima na escada da vossa vida.

Ana Conde
diamanteac@gmail.com

25 de março de 2015

Oficinas do Ser - Empowerment #3

Testemunho - Participantes


Viver no medo

Era uma vez uma pequena flor
E essa singela flor
Permanecia fechada, oculta na bruma
Esquecida na paisagem.
Mas porquê tamanho ser, se mantia ali triste e só
Respirando pequenos travos de luz
E ouvindo o chilrear
Como se só existe aquela melodia?
Ela tinha medo…
Sim, medo de abrir
As suas majestosas pétalas,
Medo de ser acariciada pelo vento,
Medo de ser beijada pelo sol,
Medo de ser tocada pela chuva,
Tinha apenas medo…
Medo de se abrir e de
Não ser tão bonita como as outras flores.
Um dia disse para si:
Sou capaz!
Sou forte!
Não vou ter medo!
E assim foi.
De um só instante, respirou fundo e soltou-se
Deixou-se abanar ao vento, sorriu ao sol
E sentiu-se abençoada pela chuva.
A partir daquele momento
Deixou de ser uma pequena flor e passou a ser
A mais bela flor do horizonte.

Poema escrito por Joana C.

24 de março de 2015

Oficinas do Ser - Empowerment #2

Testemunho - Participantes


Empowerment – Da aprendizagem ao compromisso

Pode definir-se Empowerment como o processo que leva o indivíduo a tomar consciência, agir e decidir de forma autónoma controlando o seu próprio destino.
A formadora do módulo Empowerment, Ana Conde, desafiou cada um de nós com o objectivo de adquirimos uma série de ferramentas para melhorar o nosso autoconhecimento, motivação e responsabilização.
Aprendemos que para que todas as fases do processo ocorram é fundamental existir apoio, tempo e sobretudo compromisso para que as novas atitudes sejam tomadas por forma a vencer o medo do começar e de falhar.
Enfrentar os imprevistos e o problema são os segredos para chegar ao fim do caminho.
Degrau a degrau, com a tomada de decisões de forma consciente e autónoma, cada um de nós vai conseguir vencer o maior desafio que enfrentamos actualmente – o Desemprego.

23 de março de 2015

Oficinas do Ser - Empowerment #1

Testemunho - Formadora Ana Conde


O desafio era grande e apaixonante.
Destapar as pétalas da concha e ajudá-las a desenvolver competências de liderança, estabelecer objectivos e definir metas para os alcançar.
Ajudar a transformar sonhos em algo realizável.
Como materializar ideias e sonhos vagos em algo concreto?
Como fazer acontecer?
Será que tenho capacidade para? … Qual o rumo a seguir?
Trabalhar por conta de outrem ou criar o meu próprio negócio?
Este foi um módulo de enorme descoberta interior, uma viagem pelo EU que fez acreditar e chegar mais longe.
Foi um módulo de superação, de viver o momento, de comemoração por cada degrau subido.
Trabalhámos emoções, autoconfiança, autoestima, o poder de intervenção na vida, descobrir o poder de escolher e de tomar decisões.
Percebemos como é bom ter opinião própria e influenciar positivamente quem nos rodeia.
Percebemos o quão importante é ganhar autonomia de decisão e responsabilidade e descobrir as nossas capacidades.
Abriram-se horizontes e acertaram-se compromissos de mudança.
Entrar em acção foi o mote.
Refletiram sobre o que gostariam de alcançar e ainda não tinham alcançado mas foram bem mais longe. Visualizam o amanhã e aprenderam a comunicar de outra forma.
Descobriram o poder da Escuta Activa e da comunicação assertiva.
E fica a promessa deste ser o processo de uma nova fase de cada um.
Obrigado a todos pela partilha e pelos momentos que experenciámos juntos.

Ana Conde
Senior Trainer & Executive Coach
diamanteac@gmail.com

21 de março de 2015

O ponto de vista dos coordenadores do projeto Saber Ser / Saber Fazer #2

5. Pessoas envolvidas no projeto


Apesar de existir a atribuição de competências e responsabilidades ao corpo técnico da Associação Humanidades, nomeadamente a elementos específicos para tarefas específicas, os projetos desenvolvidos são da Associação e, como tal, de uma forma ou de outra acabam por contar com a participação de todos. Ainda assim, o Conselho de Administração está fortemente envolvido não só pela natureza das atribuições mas por ser um projeto pioneiro. Também a Técnica de Monitorização do Sistema de Gestão da Qualidade mantém uma ligação ao projeto no quadro de uma avaliação que não sendo externa à Associação, é externa à estrutura funcional que se ocupa da execução. Para além disso, as equipas da Creche no apoio a mães e a equipa do CAV (Centro de Apoio à Vida) num eventual apoio de natureza social que seja necessário operacionalizar mantêm-se em permanente disponibilidade. Finalmente, o Responsável de Recursos estabelece ligações com a Coordenação da Formação (técnica e logística) para operacionalização dos meios necessários à execução das atividades.


6. Expetativas acerca dos participantes


A nossa expetativa é ficar com a convicção de que a frequência nas sessões provocou alguma mudança na atitude dos participantes. Sempre tivemos a convicção de que não era um projeto para os formandos adquirirem conhecimentos teóricos. Chegámos a evitar a designação formandos substituindo-a por participantes, pois queríamos a participação de pessoas que pudessem aproveitar as dinâmicas realizadas, as interpretassem e as conduzissem ao seu grande objetivo. Esse objetivo tem nome, designa-se por EMPREGO, seja ele por conta própria ou por conta de outrem. EMPREGO é a atividade humana mais necessária desde que o Homem inventou a Moeda e o Comércio se tornou a base da sustentabilidade Humana. Por isso, o fim é melhorar as condições de acesso ao Emprego e as bases para a sua manutenção.


7. Critérios de seleção


Como já foi referido, o critério mais emergente foi o da motivação para participar no Projeto. Outros critérios existiram mas, alguns deles, até foram contornados. A vontade de participar, fosse para melhorar aptidões, fosse para resolver alguns conflitos pessoais consigo mesmo ou com o meio que o rodeava, era essa garantia que quisemos perceber de início. Não foi fácil mas foi possível e como neste curto espaço de tempo o comprova, temos já várias evidências dessa motivação e desse notável espírito de equipa que já se formou. Julgo que os próximos três meses em que atividades do projeto ainda irão decorrer, mesmo que alguns não venham a participar nelas porque não existe qualquer obrigação nesse sentido, irá permanecer uma ligação. Essa capacidade de estabelecer novas redes e novas ligações era outro critério que estava subjacente à seleção dos participantes. Por aquilo que temos visto e observado, não nos enganámos.

20 de março de 2015

O ponto de vista dos coordenadores do projeto Saber Ser / Saber Fazer #1

1. O projeto Saber Ser / Saber Fazer:


O projeto Saber Ser Saber Fazer foi resultado de duas circunstâncias. A primeira de ordem externa, resulta da parceria ativa que a Associação Humanidades já mantém com o BARCLAYS há alguns anos. A segunda, de natureza interna, pela reflexão conjunta de vários intervenientes sobre a temática do desemprego e da dificuldade de aceder ao emprego, assim como a dificuldade de lançamento de uma iniciativa empreendedora. Estas dificuldades, tantas vezes surgem do fato do individuo nem sempre se conhecer bem e até de se relacionar com o meio que o rodeia, não aproveitando as suas potencialidades e/ou as potencialidades que estão em seu redor para seu próprio benefício.


2. Objetivos:


Na sequência da reflexão que atrás se referiu colocou-se o objetivo de dotar as pessoas com meios para detetar essas oportunidades e potencialidades e fornecer ferramentas para as aproveitar. Este é o objetivo que se traduz na designação Saber Ser, Saber Fazer. No que concerne ao fim é, evidentemente as pessoas melhorarem as suas capacidades para encontrar e manter um emprego e/ou descobrir e materializar uma oportunidade de negócio que possa vir a garantir a sua sustentabilidade financeira enquanto cidadão.


3. Principais dificuldades:


A grande dificuldade foi o encontrar pessoas com motivação e capacidade pessoal para investirem em si próprios. A situação de desemprego é sempre complicada e é sempre difícil. Todavia, para alguns ainda o é mais quando os suportes financeiros são escassos. Ainda que seja uma realidade que se vai falando, ficámos a Saber porque Fizemos os contatos que esta realidade é ainda mais dura do que suponhamos e que atinge um número de pessoas bem superior ao que esperávamos. Por isso não foi fácil encontrar pessoas que se inscrevessem, pois à partida não tinham condições pessoais de desviar a atenção na procura de rendimentos que assegurassem a subsistência. Das quase sessenta pessoas que se inscreveram mais de três quartos não nos davam garantias de continuidade, pelo menos numa parte substancial do projeto. Outra dificuldade com que deparámos foi a necessidade de alterar o horário, preenchendo apenas uma parte do dia e não o período laboral na sua totalidade.


4. Patrocínio Barclays:


Como já foi referido, o BARCLAYS apoia a Associação Humanidades há bastante tempo. No âmbito desses apoios estavam atividades desenvolvidas de forma generalizada e de curta duração junto dos público-alvo. O desafio do BARCLAYS consistiu na elaboração de um projeto mais sistematizada, numa lógica de programa, e que tivesse impactos mais objetivos e efetivos nas pessoas a quem eram dirigidos. Evidentemente que para o conseguir o número de participantes teve de ser reduzido e essa terá sido a única dificuldade que se colocou.

16 de março de 2015

Oficinas do Ser - Empatia #3


Testemunho - Participantes


Espelho Meu

Hoje acordei e senti-me sufocada…
Um nó se instalava em mim
E precisava de respirar,
Embebedar-me de emoções
E voltar à vida. Viver.
Olho para o espelho,
Mas vejo apenas um vulto
Que grita para ser ouvido,
Que chora para ser escutado…
Aí vens tu…
Ave que sobrevoa o horizonte e apazigua a minha mente.
Para ti falo amigo,
Falo das angústias vividas,
Dos medos que subsistem,
Dos sonhos perdidos,
Mas falo sobretudo das inquietudes que me assombram.
E tu, com o teu olhar meigo
E com o teu coração aberto
Acolhes-me no teu leito,
Deixas-me ancorar no teu porto
E mostras-me como é bom sorrir, sonhar.
Porque agora sei que quando estiver
A afundar-me nas gélidas profundezas do meu ser,
Tu estás lá
Para me resgatar e fazer subir à tona
O que de mais belo há em mim.
E sim, é bom acordar!


Poema escrito por Joana C.

12 de março de 2015

Oficinas do Ser - Empatia #2

Testemunho - Participantes


Espelhado

Ah! como gostaria ver-te
Ver que os teus olhos me vêem a mim.
Ver que tu vês o que eu vejo.
Quem és tu que tanto quero ver?
Será que olhas o mesmo e me revejo?
Talvez...
Será que vejo o que queria que visses em mim?
Talvez...
Que vi em ti para te querer ver tanto?
Talvez visse nos olhos que me quisesses ver a mim.

Poema escrito por Marta

11 de março de 2015

Oficinas do Ser - Empatia #1

Testemunho - Formadora Carla Marques 


Um projeto completo. É o que considero esta iniciativa da Associação Humanidades. O projeto Saber Ser Saber Fazer, promove e valoriza o individuo como um todo, compreende que para ir ao encontro das necessidades da sociedade atual não chega, facilitar ao individuo competências técnicas, é preciso saber dotá-lo de competências pessoais. Acredito também nesta visão e metodologia. Estou muito grata por integrar esta equipa de profissionais.

Foi um enorme prazer e privilégio, trabalhar com um grupo de pessoas tão diverso, interessadas e motivadas neste projeto. Foi iniciada uma viagem na descoberta de si próprio, preparando o caminho para potenciar desenvolvimento e transformação. Cada um da sua forma, contribuiu valorosamente para o sucesso da facilitação deste módulo.

O meu obrigada a todos, desejo-vos o melhor!


Carla Marques (facilitadora do módulo de Empatia)

9 de março de 2015

Fuxico Positivo

Durante a Oficina de Relações Interpessoais descobrimos uma maneira de promover felicidade.

Temos por hábito focarmo-nos sempre nas coisas menos boas da vida e esquecemo-nos das MESMO boas.

Claro que é importante analisar o que acontece de “errado” para aprender com as menos positivas.

E se olhássemos então as coisas mais pelo seu lado positivo? Basicamente, estarei a falar do copo meio cheio ou meio vazio? Tudo depende da perspetiva com que olhamos!

Baseado no Exercício das três Bênçãos, o Fuxico da Carol criou o Fuxico Positivo.

Basicamente, temos que escrever num papelinho três coisas boas que aconteceram durante o dia e o porquê, pois é importante ter um registo das coisas boas (isso já é da minha autoria, pois penso que ao escrever, as coisas ficam reais e até temos uma leitura interessante para fazer, o que é giro porque, neste caso, o autor somos nós).

Segundo o autor da “teoria”, Martin Seligman, ao fim de 6 meses ficaremos menos deprimidos, mais felizes e viciados no exercício.

O Fuxico Positivo é um “depósito” de coisas boas e momentos felizes que merecem ser registados. É o primeiro projeto criado no âmbito do Projeto Saber Ser / Saber Fazer e, deste modo, por cada artigo vendido, 1€ será revertido a favor da Associação Humanidades.

Exemplos de "Fuxico Positivo" realizados pela Carolina ("Fuxico da Carol")


Exemplos de "Fuxico Positivo" realizados pela Patrícia Quinteiro ("Patita Quinteiro")



5 de março de 2015

Marta

É um enorme prazer e satisfação fazer parte do projecto formativo oficinas do Saber Ser / Saber Fazer, coach & mentoring, concebido e idealizado pela Associação Humanidades IPSS, em parceria com o IEFP e o Barclays Bank.

Dado que esta formação é ministrada no âmbito do desenvolvimento pessoal e empreendedorismo, o coach & mentoring presta o apoio e orientação necessária na elaboração do plano de acção, desde a ideia até à sua implementação.

As oficinas do “Saber Ser, Saber Fazer” são uma conceção genial e inovadora de trabalhar competências transversais ao ser humano ao nível do auto e hétero conhecimento e das relações interpessoais.

Saber Ser (cognição). A empatia, motivação emoção, sentimentos, comunicação entre outros fazem parte das competências a desenvolver.

Sendo o saber fazer (empírico, prática). As oficinas artísticas customização de roupas e acessórios e laboratório do papel. Um espaço dedicado à criatividade e à arte manual.

A oficina gastronómica, dieta Paleo à base de ingredientes naturais sem glúten, lactose, açúcar sintético.

É uma excelente oportunidade de aprender com profissionais qualificados que motivam e valorizam a cada instante num espaço descontraído e positivo.

Logo, o resultado é uma GroupWare (produção partilhada) de saberes que aposta num espaço diferencial que promova o potencial humano, levando-o a adotar uma participação ativa e empreendedora no seu próprio processo de crescimento com base numa ética responsável, sustentável e solidária.


Aqui Sinto que posso sonhar!
Muito obrigado!

Marta Gomes
Animação Sóciocultural

4 de março de 2015

Nuno

Tenho frequentado formações direccionadas exclusivamente para o Desenvolvimento Pessoal de há 2 anos para cá, quando tomei conhecimento dos Processos de Coaching. Depois de alguns estágios profissionais, em várias áreas distintas, estou a aproveitar o oportuno Projecto da Associação Humanidades para repensar o meu futuro profissional.