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17 de julho de 2015

Oficinas do Fazer - Competências Técnicas de Empregabilidade #10

Testemunho - Formadora Ana Paula Costa


Tive a honra e o prazer de integrar o projecto “Saber Ser, Saber Fazer”, como dinamizadora de uma “Oficina do Fazer”, centrada nas “Estratégias de Empregabilidade”.

Desde logo me afeiçoei pelo grupo de participantes, formado por indivíduos tão diferentes e interessantes, cada qual com a sua graça particular e o seu imenso potencial, e extremamente receptivos e interventivos, o que facilitou todo o processo e enriqueceu as dezasseis manhãs que passámos juntos, permitindo que se trabalhasse muito sem que só trabalho parecesse ser.

Nestes módulos desenvolvemos aspectos ligados à procura activa de emprego, tais como: criação e/ou actualização do currículo, concepção da carta de apresentação, preparação da entrevista de recrutamento, organização do “pitch”, saber estar nas redes sociais, integração num novo emprego, entre outros, tudo isso com recurso à motivação, ao desenvolvimento da sensibilidade e da atenção aos pormenores e à criatividade, passando pelo desmistificar de algumas ideias pré-estabelecidas, pela necessária introspecção acerca dos valores e dos objectivos que nos movem, identificando as mais-valias pessoais, assumindo e contornando fragilidades, renovando e fortalecendo convicções e motivações.



Cresci com este grupo tanto quanto desejei que crescessem comigo, e com agrado percebi que todos cresceram através do convívio diário, da camaradagem e da cooperação entre eles, ao longo de um trajecto de seis meses, excelentemente planeado pela Lúcia Sêncio e pelo Camilo Rodrigues, sempre presentes, atentos e incansáveis em prol do sucesso desta experiência tão gratificante.

Pela minha parte, cada manhã correspondeu a um renovar das expectativas que eu levava, e a cada final de sessão as minhas próprias exigências eram maiores, deixando-me uma sensação de realização que é, e sempre será, o maior lucro que pode ter quem se dedica a missões como esta. Ficam, claro, saudades de todos. Das suas características, das suas performances, das suas palavras, dos seus sorrisos e da forma como ultrapassaram os desafios que lhes foram sendo lançados. Assim como o desejo de que os objectivos de cada um se cumpram, e a fé de que este tenha sido apenas o primeiro passo de um percurso de vida pleno de realizações; e de realização.



Dizer também que, paralelamente a isto, vários participantes trabalharam activamente neste projecto, sendo responsáveis pelo blogue, pela página no Facebook, pelos textos e imagens publicados, pelos contactos com os convidados e por uma produção em vídeo que lhes rendeu um prémio pecuniário. O que significa que, para muitos, esta acção foi, também ela, um “emprego”, da mesma forma como a procura de emprego deve ser. E, também por isto, estão de parabéns!

Finalmente, um grupo é um grupo para além do mero facto de se juntar aqui ou ali por um determinado período de tempo e uma dada frequência, e dos motivos que estiveram na sua criação. Isto para dizer que, no entretanto, alguns dos participantes abraçaram novos desafios profissionais, o que de forma alguma poria em causa o sentido de pertença a este projecto feito para todos e por todos. Esses foram os primeiros a levantar voo... Os outros serão já os próximos!



Sei que, cada qual a seu modo, sai daqui mais bem preparado; e que, se colocar em prática tudo o que aprendeu ou recordou e teve a oportunidade de pôr em prática, o futuro está bem mais perto de ser aquele que ambiciona. Importa agora não perder o foco, nem a energia, nem as oportunidades que surgem, mas que escapam ao olhar cego dos que não aprenderam a ver... Ou a Ser e a Fazer mais por eles próprios. Boa sorte a todos, e muito obrigada por me terem deixado fazer parte deste capítulo das vossas (nossas) vidas!



Texto: Ana Paula Costa
Fotografias: Ângela Domingos e Ana Paula Costa
Edição de fotografia: Ângela Domingos
Publicação: Marília Sousa

19 de maio de 2015

Oficinas do Fazer - Competências Técnicas de Empregabilidade #3

Módulo III - Recrutamento e Entrevista

Neste módulo da oficina da empregabilidade foram focados aspetos muito importantes e relevantes no que diz respeito ao recrutamento e o saber estar numa entrevista de seleção.

Os nervos são para ficar fora da porta e a confiança é a palavra-chave!
Primeiro de tudo, temos de nos saber vender com mestria e um à vontade, pois o não já o temos garantido.

A ideia de que o recrutador é um "bicho papão", não faz qualquer sentido pois é um ser humano como nós que apenas está a fazer o seu trabalho e que no fundo também estará nervoso para escolher a pessoa certa para aquele trabalho.

Muitas são as perguntas difíceis nesse momento, mas devemos sempre respirar fundo (para o nosso interior), responder o mais calmamente possível e sermos nós próprios. Temos sempre de ter presente que todas as perguntas têm resposta e que estas têm de ser positivas e têm de engrandecer o que somos, o que sabemos fazer de melhor e o que de melhor trazemos para aquele posto de trabalho.
E o principal, é termos um sorriso para dar e deixarmos a nossa marca, para que no fim do dia o recrutador daquela empresa se lembre de nós como uma lufada de ar fresco e não como mais um chato, mais um de uma interminável lista de nomes a riscar!

Praticar, praticar e mais praticar e nunca esquecendo que se fomos escolhidos para esta conversa, é porque marcámos a diferença e afinal até temos algo de bom para dar aos outros!
As simulações de entrevistas que fizemos foram excelentes para os futuros desempenhos e para sermos melhores profissionais.

Obrigada Paula, foste uma excelente "recrutadora"!



Texto: Joana C.
Fotografias: Ângela Domingos
Publicado por: Marília Sousa

12 de maio de 2015

Oficinas do Fazer - Competências Técnicas de Empregabilidade #2



Módulo II - Pesquisa Activa de Emprego

Na "Pesquisa Activa de Emprego" salientou-se a importância de delinear, primeiramente, as estratégias de procura:

- selecção das fontes de pesquisa dos anúncios de emprego visados;
- elaboração de bases de dados dos endereços válidos dos responsáveis pelo recrutamento (DRH, consultores, redes sociais);
- uso da agenda como base do planeamento dos contactos feitos e por efectuar.

Nas diversas Redes Sociais (Facebook, Linkedin, Portfolios...) é um dever rentabilizar, ao pormenor, todo o nosso potencial começando por nos apresentar com um resumo de competências, perfil profissional completo (ex: "perfil campeão" no Linkedin) e recomendações de colegas de trabalho, estudo ou grupo de interesse.

Temos que começar por dar especial ênfase às conexões com as empresas, e áreas, preferidas e respectivos, recrutadores e especialistas, participando em fóruns de discussão sobre temas relacionados, mostrando sempre disponibilidade para a partilha da nossa experiência.

As redes tecnológicas não substituem o contacto em privado.

Logo, apercebemo-nos da dimensão que um "Elevator Pitch", bem estruturado, nos pode dar, e partimos para uma análise crítica às apresentações individuais, em cenários distintos, consoante o objectivo de cada um para o futuro próximo.

Texto: Nuno Lopes
Fotografia: Marília Sousa
Publicado por: Marília Sousa

11 de maio de 2015

Oficinas do Fazer - Competências Técnicas de Empregabilidade #1



Na passada semana demos início às Oficinas do Fazer. Nesta etapa, vão ser abordadas competências mais técnicas, passando depois à parte prática.


Módulo I – CV e Carta de Apresentação

No mundo global em que vivemos, a procura de emprego é uma “guerra” social para todos os cidadãos, e a apresentação de novas técnicas de empregabilidade é uma constante, sendo por isso muito importante estarmos atentos à evolução dos métodos que existem para este fim.

Em relação ao Curriculum Vitae, é muito importante ter uma fotografia bem visível mas não muito grande, um resumo de início em que clarifique as nossas experiências profissionais, um objectivo claro do que pretendemos fazer no imediato e a médio prazo, sendo, ao mesmo tempo, curto e conciso.

Temos também uma ajuda significativa ao Curriculum Vitae, a Carta de Apresentação, que deverá ser enviada em simultâneo, resumindo as nossas competências académicas e profissionais, transmitindo como somos pessoal e socialmente, e fazendo ainda uma apreciação da empresa a que nos candidatamos, dando assim mostras de conhecimento sobre a actividade da mesma.

Concluindo, estamos perante técnicas de empregabilidade do momento actual, em que devemos apostar na inovação, sem desrespeitar a essência formal para o combate ao desemprego.

28 de abril de 2015

Oficinas do Ser - Redes Sociais #2

Testemunho - Participantes


O Linkedin como networking na procura de emprego

Na semana passada o Formador Ricardo Oliveira, no módulo Redes Sociais Online, confrontou-nos com as seguintes questões:

Procura emprego?

Possui perfil no Linkedin?

Qual o seu propósito no Linkedin?

Alguns já tinham ouvido falar mas muitos não percebíamos o propósito do mesmo, e após criar ou melhorar o perfil, estabelecemos o nosso objectivo profissional, enviámos convites, e começámos a alargar a nossa rede de contactos, a seguir empresas, a participar em grupos e até recomendações começaram a surgir.

As horas voaram na sala de informática e cada um de nós percebeu que com o Linkedin as nossas competências e marca pessoal estão disponíveis a milhões de outros utilizadores.

Para alcançar o sucesso é necessário manter o perfil actualizado, dedicando-lhe um certo tempo por dia ou por semana de modo a não passar despercebido.

Já “alimentou” a sua conta hoje?


27 de abril de 2015

Oficinas do Ser - Redes Sociais #1

Testemunho - Formador Ricardo Oliveira


Tecendo Online a Marca Pessoal

Numa Sociedade onde nos interrogamos pela escassez de oportunidades a todos os níveis e por estas, tantas vezes, nos escaparem entre os dedos, surge um projeto pioneiro de nome “Saber Ser Saber Fazer”.

Quando se participa num projeto de índole social, com o propósito da melhoria de inúmeras competências dos seus intervenientes, cabe a cada um de nós dar tudo o que tem, sem se desligar do seu principal propósito. Foi também por isso que o pássaro Tecelão entrou por este projeto adentro e apresentou a janela das “Redes Sociais [Online]” para que, entre os dedos, tecêssemos juntos o arranque desta etapa.

Criando laços, a partir dos quais o primeiro nó é fundamental para estruturar a rede de contactos digitais, fomos individualmente criando uma marca online, a vossa Marca Pessoal. Saber vender o que sabemos fazer nem sempre é tarefa fácil. Temos tendência para os extremos, ignorando, a maior parte das vezes, o que fomos adquirindo com tanto cu$to e suor.

Nos dias que correm, ignorar as Redes Sociais (online), com cariz profissional, é como não abrir a janela de casa para poder visualizar o que está ao nosso redor e perceber como está o tempo!

Claro que antes (sobre)viviam sem terem bem vincada a vossa marca online mas certamente que não seria a mesma coisa! Vendam as fabulosas competências que foram adquirindo durante o vosso percurso e usufruam das redes online sem nunca esquecer que são sempre [e acima de tudo] sociais!

Sucesso e boas “vendas” é o que desejo às pessoas magníficas que tive o privilégio de conhecer e com quem teci laços sociais para além dos digitais!

RicardOliveira

21 de março de 2015

O ponto de vista dos coordenadores do projeto Saber Ser / Saber Fazer #2

5. Pessoas envolvidas no projeto


Apesar de existir a atribuição de competências e responsabilidades ao corpo técnico da Associação Humanidades, nomeadamente a elementos específicos para tarefas específicas, os projetos desenvolvidos são da Associação e, como tal, de uma forma ou de outra acabam por contar com a participação de todos. Ainda assim, o Conselho de Administração está fortemente envolvido não só pela natureza das atribuições mas por ser um projeto pioneiro. Também a Técnica de Monitorização do Sistema de Gestão da Qualidade mantém uma ligação ao projeto no quadro de uma avaliação que não sendo externa à Associação, é externa à estrutura funcional que se ocupa da execução. Para além disso, as equipas da Creche no apoio a mães e a equipa do CAV (Centro de Apoio à Vida) num eventual apoio de natureza social que seja necessário operacionalizar mantêm-se em permanente disponibilidade. Finalmente, o Responsável de Recursos estabelece ligações com a Coordenação da Formação (técnica e logística) para operacionalização dos meios necessários à execução das atividades.


6. Expetativas acerca dos participantes


A nossa expetativa é ficar com a convicção de que a frequência nas sessões provocou alguma mudança na atitude dos participantes. Sempre tivemos a convicção de que não era um projeto para os formandos adquirirem conhecimentos teóricos. Chegámos a evitar a designação formandos substituindo-a por participantes, pois queríamos a participação de pessoas que pudessem aproveitar as dinâmicas realizadas, as interpretassem e as conduzissem ao seu grande objetivo. Esse objetivo tem nome, designa-se por EMPREGO, seja ele por conta própria ou por conta de outrem. EMPREGO é a atividade humana mais necessária desde que o Homem inventou a Moeda e o Comércio se tornou a base da sustentabilidade Humana. Por isso, o fim é melhorar as condições de acesso ao Emprego e as bases para a sua manutenção.


7. Critérios de seleção


Como já foi referido, o critério mais emergente foi o da motivação para participar no Projeto. Outros critérios existiram mas, alguns deles, até foram contornados. A vontade de participar, fosse para melhorar aptidões, fosse para resolver alguns conflitos pessoais consigo mesmo ou com o meio que o rodeava, era essa garantia que quisemos perceber de início. Não foi fácil mas foi possível e como neste curto espaço de tempo o comprova, temos já várias evidências dessa motivação e desse notável espírito de equipa que já se formou. Julgo que os próximos três meses em que atividades do projeto ainda irão decorrer, mesmo que alguns não venham a participar nelas porque não existe qualquer obrigação nesse sentido, irá permanecer uma ligação. Essa capacidade de estabelecer novas redes e novas ligações era outro critério que estava subjacente à seleção dos participantes. Por aquilo que temos visto e observado, não nos enganámos.

3 de março de 2015

Sheila P.


Eu soube do projecto Saber Ser/ Saber Fazer através do IEFP e fiquei muito interessada porque percebi que este projecto não é só mais uma formação mas sim um excelente projecto inovador que investe no indivíduo como um todo.
O auto-conhecimento e aquisição simultânea de novas competências e o desenvolvimento das que já possuo são um precioso investimento pessoal imediato e contínuo que me permitirá alcançar os meus objectivos não só na vida pessoal como a nível profissional. Com profissionais de grande qualidade e um grupo alegre e diversificado os benefícios são constantes.
Eu, Sheila, sinto me um ser em construção e o estar desempregada é apenas um estado temporário.

27 de fevereiro de 2015

Marília


Tive conhecimento do Projecto Saber Ser / Saber Fazer através do IEFP. Considerei muito importante para a minha vida pessoal e profissional adquirir ferramentas acerca das matérias do autoconhecimento para que consiga progredir como pessoa e como profissional, ao mesmo tempo que aprendo uma nova actividade diferente da minha área nas Oficinas do Saber Fazer.
Procuro com este projecto ganhar novas competências para construir o meu futuro, seja pela via de um emprego ou do empreendedorismo e, essencialmente, aprender a conhecer-me.

26 de fevereiro de 2015

Joana A.


Chamo-me Joana e tenho 26 anos.
Tive conhecimento desta formação através de uma amiga e fiquei entusiasmada com a perspectiva de ter ferramentas que me ajudem na procura activa de emprego. Agora sei que me ajudará neste âmbito. Também no campo pessoal me ajudará a descobrir os meus pontos fracos e fortes e a saber lidar com eles. Tem sido muito motivante, uma aprendizagem para a vida!

Ângela


Tive conhecimento do Projecto Saber Ser / Saber Fazer através da internet. Despertou-me o interesse pelo facto de ser uma excelente oportunidade para participar num projecto inovador ao nível do desenvolvimento de competências pessoais e profissionais. Com a minha participação neste projecto procuro valorizar e optimizar as minhas capacidades tanto a nível profissional como pessoal, assim como aplicar os meus conhecimentos à medida que adquiro novas competências.

“Life is like riding a bicycle. To keep your balance, you must keep moving.” Albert Einstein

Rui

Sou o Rui, encontro-me em situação de desemprego e encontrei neste projeto Saber Ser Saber Fazer, uma oportunidade de adquirir mais competências à minha longa experiência de vida.

Espero obter benefícios em termos de conhecimento pessoal, adquirindo maior flexibilidade e confiança para poder encarar num futuro imediato mais esperança e maior motivação para saídas de projetos profissionais, que me permita capitalizar o conhecimento adquirido no decurso deste projeto.