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4 de setembro de 2015

Saber Ser Saber Fazer II



Estão abertas as candidaturas para o Projeto Saber Ser Saber Fazer II. Um projeto gratuito que potencia a empregabilidade e o empreendedorismo. As vagas são limitadas e sujeitas a candidatura.

Inscreve-te aqui ou visita o website da Associação Humanidades www.humanus.pt

30 de julho de 2015

III Arraial da Associação Humanidades

Deixamos aqui algumas fotografias do arraial que decorreu na Associação Humanidades.

Os participantes do Saber Ser / Saber Fazer contribuíram com uma banca onde foram vendidos variados produtos feitos pelos próprios, dando a conhecer talentos que neste grupo se foram revelando ao longo do projecto.

Uma percentagem das vendas reverteu a favor da Associação Humanidades.

As quadras do manjerico são da autoria da dinamizadora da oficina de Competências Técnicas de Empregabilidade, Ana Paula Costa:


Parabéns, Humanidades
Pelo trabalho altamente
A todos, felicidades
E muito futuro pl’a frente

Mas que belo arraial
O mais lindo de se ver
Parabéns ao maralhal
Do Saber Ser, Saber Fazer!









Fotografias e edição de fotografia: Ângela Domingos
Publicação: Marília Sousa

7 de maio de 2015

Oficinas do Ser - Literacia Financeira #2




Testemunho - Participantes


Perguntas incertas

Como quantificar o valor das coisas?
Valor, esse conceito tão banal mas tão importante para dar força
Ao que se tem e ao que se é.
Quanto vale um abraço de uma mãe?
Quanto vale um beijo de um filho?
Quanto vale uma palavra omissa no momento do adeus?
Quanto vale o tempo que gasto a murmurar na minha mente?
Perguntas que de nada valem se só dou valor
A pequenas esferas de metal e uns singelos papeis a que chamamos dinheiro.
E toda esta barafunda, estas regras, procedimentos
Para no fim se resumir a quem tem e a quem chora pelo tal dinheiro.
E o valor, onde anda ele perdido?
No abraço da mãe? No beijo do filho? No ecoante adeus?
Na minha mente, soa apenas um eremita pensamento…
Só vale aquele que ama a vida
E que a defronta com garra e voracidade
Sem medos e sem pudores de falhar.
Só não falha quem não se esconde nos meandros do destino.
E o valor se define pela maneira com que sorrimos
Para cada dia, que floresce perante o doce despertar
De um pássaro cintilante.
Então afinal, o que é o valor?

Poema: Joana C.
Fotografia: Ângela Domingos
Publicado por: Marília Sousa

5 de maio de 2015

Oficinas do Ser - Literacia Financeira #1

Testemunho - Participantes


Isabel de la Peña, Jorge Silva e Luís Capitão esclareceram-nos dúvidas sobre a banca e sobre a gestão do nosso dinheiro.
O dinheiro é o nosso meio de troca nos dias de hoje, quer lhe demos muita ou pouca importância, por isso é importante fazermos um orçamento e controlar as nossas despesas mediante o que recebemos.
Precisando de dinheiro extra, o que podemos fazer? Para contraírmos um crédito, precisamos de saber apresentar um projecto de forma a ser aprovado. E para protegermos os nossos bens, temos à disposição uma panóplia de seguros.
Numa conversa informal, informaram-nos sobre estas e outras ferramentas que um banco dispõe para podermos gerir o dinheiro de forma mais rentável.
Agradecemos a partilha e a, sempre disponível, simpatia.


20 de abril de 2015

Uma parceria positiva

Pela primeira vez, os participantes do projecto “Saber Ser Saber Fazer”, saíram à rua e foram visitar e conhecer as instalações do seu parceiro estratégico “Barclays”.

Foi com um enorme prazer e deslumbre que entraram no 13º andar da magnificente Torre Oriente situada junto ao centro comercial do Colombo.

A equipa do “compliance & legal” aguardava-os com uma enorme simpatia e boa disposição, dispostos a ajudar e interagir. Esta equipa de excelência era composta por oito elementos, dos quais nomeamos os seguintes: Isabel de la Peña (responsável pela área de responsabilidade social), Ermesinda Pereira, Joana Mourão, João Funcke, Ana Cristina Sousa, Filipa Costa, Gabriela Duarte e Teresa Gueifão.

Numa primeira parte deste encontro, esta equipa do “Barclays” abordou vários aspetos importantes no que diz respeito à implementação de um negócio, tentando sempre dar resposta às questões anteriormente enviadas pelos participantes. Tópicos como: criação de um plano de negócios, aspetos jurídicos, financiamentos, proteção da propriedade Intelectual e Industrial, recrutamento e seleção e promoção empresarial.

Numa segunda parte, foram constituídos três grupos, cada um composto por três participantes do projeto e dois membros da equipa “Barclays”, com o objetivo de fazer uma primeira apresentação do produto “Fuxico Positivo”. Este produto nasceu no seio do projeto “Saber Ser Saber Fazer” e foi criado por duas artesãs do mesmo. O seu propósito assenta na temática da psicologia positiva, tema abordado na oficina das relações interpessoais. O objetivo desta apresentação prévia era a de testar a capacidade de exposição, argumentação e venda do produto. Com esta dinâmica, os elementos do “Barclays” deram aos participantes o seu feedback e conselhos preciosos relativos às apresentações de cada um.

Numa terceira parte, já com os conselhos adquiridos e mais confiantes, cada participante, apresentou o produto a diretores de área do “Barclays” com a finalidade de executar a venda do mesmo. Todos os participantes desempenharam a sua função de uma forma exemplar e a venda do “Fuxico Positivo” foi um êxito, tendo esgotado todas as unidades disponíveis.

Num ambiente agradável e animado, desmitificou-se a ideia de que a banca tem um ambiente rígido e formal pois afinal nos bancos também existem pessoas com sentimentos e emoções. A disponibilidade e empenho da equipa “Barclays” é algo que ficará como uma boa lembrança positiva para colocarmos no nosso “Fuxico Positivo”.

Desde modo o encontro terminou, com a certeza de cada um dos participantes alcançaria com o sucesso os seus objetivos, almejando sempre a tão merecida felicidade. E nunca esquecendo que esta parceria acompanhará de perto o futuro de cada um como se de um anjo da guarda se tratasse.

OBRIGADO EQUIPA BARCLAYS


21 de março de 2015

O ponto de vista dos coordenadores do projeto Saber Ser / Saber Fazer #2

5. Pessoas envolvidas no projeto


Apesar de existir a atribuição de competências e responsabilidades ao corpo técnico da Associação Humanidades, nomeadamente a elementos específicos para tarefas específicas, os projetos desenvolvidos são da Associação e, como tal, de uma forma ou de outra acabam por contar com a participação de todos. Ainda assim, o Conselho de Administração está fortemente envolvido não só pela natureza das atribuições mas por ser um projeto pioneiro. Também a Técnica de Monitorização do Sistema de Gestão da Qualidade mantém uma ligação ao projeto no quadro de uma avaliação que não sendo externa à Associação, é externa à estrutura funcional que se ocupa da execução. Para além disso, as equipas da Creche no apoio a mães e a equipa do CAV (Centro de Apoio à Vida) num eventual apoio de natureza social que seja necessário operacionalizar mantêm-se em permanente disponibilidade. Finalmente, o Responsável de Recursos estabelece ligações com a Coordenação da Formação (técnica e logística) para operacionalização dos meios necessários à execução das atividades.


6. Expetativas acerca dos participantes


A nossa expetativa é ficar com a convicção de que a frequência nas sessões provocou alguma mudança na atitude dos participantes. Sempre tivemos a convicção de que não era um projeto para os formandos adquirirem conhecimentos teóricos. Chegámos a evitar a designação formandos substituindo-a por participantes, pois queríamos a participação de pessoas que pudessem aproveitar as dinâmicas realizadas, as interpretassem e as conduzissem ao seu grande objetivo. Esse objetivo tem nome, designa-se por EMPREGO, seja ele por conta própria ou por conta de outrem. EMPREGO é a atividade humana mais necessária desde que o Homem inventou a Moeda e o Comércio se tornou a base da sustentabilidade Humana. Por isso, o fim é melhorar as condições de acesso ao Emprego e as bases para a sua manutenção.


7. Critérios de seleção


Como já foi referido, o critério mais emergente foi o da motivação para participar no Projeto. Outros critérios existiram mas, alguns deles, até foram contornados. A vontade de participar, fosse para melhorar aptidões, fosse para resolver alguns conflitos pessoais consigo mesmo ou com o meio que o rodeava, era essa garantia que quisemos perceber de início. Não foi fácil mas foi possível e como neste curto espaço de tempo o comprova, temos já várias evidências dessa motivação e desse notável espírito de equipa que já se formou. Julgo que os próximos três meses em que atividades do projeto ainda irão decorrer, mesmo que alguns não venham a participar nelas porque não existe qualquer obrigação nesse sentido, irá permanecer uma ligação. Essa capacidade de estabelecer novas redes e novas ligações era outro critério que estava subjacente à seleção dos participantes. Por aquilo que temos visto e observado, não nos enganámos.

20 de março de 2015

O ponto de vista dos coordenadores do projeto Saber Ser / Saber Fazer #1

1. O projeto Saber Ser / Saber Fazer:


O projeto Saber Ser Saber Fazer foi resultado de duas circunstâncias. A primeira de ordem externa, resulta da parceria ativa que a Associação Humanidades já mantém com o BARCLAYS há alguns anos. A segunda, de natureza interna, pela reflexão conjunta de vários intervenientes sobre a temática do desemprego e da dificuldade de aceder ao emprego, assim como a dificuldade de lançamento de uma iniciativa empreendedora. Estas dificuldades, tantas vezes surgem do fato do individuo nem sempre se conhecer bem e até de se relacionar com o meio que o rodeia, não aproveitando as suas potencialidades e/ou as potencialidades que estão em seu redor para seu próprio benefício.


2. Objetivos:


Na sequência da reflexão que atrás se referiu colocou-se o objetivo de dotar as pessoas com meios para detetar essas oportunidades e potencialidades e fornecer ferramentas para as aproveitar. Este é o objetivo que se traduz na designação Saber Ser, Saber Fazer. No que concerne ao fim é, evidentemente as pessoas melhorarem as suas capacidades para encontrar e manter um emprego e/ou descobrir e materializar uma oportunidade de negócio que possa vir a garantir a sua sustentabilidade financeira enquanto cidadão.


3. Principais dificuldades:


A grande dificuldade foi o encontrar pessoas com motivação e capacidade pessoal para investirem em si próprios. A situação de desemprego é sempre complicada e é sempre difícil. Todavia, para alguns ainda o é mais quando os suportes financeiros são escassos. Ainda que seja uma realidade que se vai falando, ficámos a Saber porque Fizemos os contatos que esta realidade é ainda mais dura do que suponhamos e que atinge um número de pessoas bem superior ao que esperávamos. Por isso não foi fácil encontrar pessoas que se inscrevessem, pois à partida não tinham condições pessoais de desviar a atenção na procura de rendimentos que assegurassem a subsistência. Das quase sessenta pessoas que se inscreveram mais de três quartos não nos davam garantias de continuidade, pelo menos numa parte substancial do projeto. Outra dificuldade com que deparámos foi a necessidade de alterar o horário, preenchendo apenas uma parte do dia e não o período laboral na sua totalidade.


4. Patrocínio Barclays:


Como já foi referido, o BARCLAYS apoia a Associação Humanidades há bastante tempo. No âmbito desses apoios estavam atividades desenvolvidas de forma generalizada e de curta duração junto dos público-alvo. O desafio do BARCLAYS consistiu na elaboração de um projeto mais sistematizada, numa lógica de programa, e que tivesse impactos mais objetivos e efetivos nas pessoas a quem eram dirigidos. Evidentemente que para o conseguir o número de participantes teve de ser reduzido e essa terá sido a única dificuldade que se colocou.

10 de março de 2015

A Visão do Patrocinador

Sexta-feira dia 6, tivemos o prazer de receber no espaço Humanus, duas representantes do Barclays, a entidade financiadora do projecto Saber Ser/Saber Fazer.
Numa reunião descontraída e com uma dinâmica mais de partilha de experiências, as Dras. Isabel de la Peña  e Cristina Sousa deram-nos uma visão mais ampla do que habitualmente reconhecemos como apenas uma instituição bancária: a sua vertente mais humana e pessoal por detrás dos “bastidores”.

O motivo que impulsionou todo o processo, a necessidade de direccionar a intervenção mais precoce na problemática do desemprego tão actual, o abraçar incondicional da Associação Humanidades que por sua vez levou à criação deste excelente projecto pioneiro e o financiamento do mesmo.
A partilha activa de todos os presentes, dos seus percursos de vida, realidades, objectivos e realizações já alcançadas foi mútua e tocante.
Os sonhos só são sonhos até se tornarem realidades.

5 de março de 2015

Marta

É um enorme prazer e satisfação fazer parte do projecto formativo oficinas do Saber Ser / Saber Fazer, coach & mentoring, concebido e idealizado pela Associação Humanidades IPSS, em parceria com o IEFP e o Barclays Bank.

Dado que esta formação é ministrada no âmbito do desenvolvimento pessoal e empreendedorismo, o coach & mentoring presta o apoio e orientação necessária na elaboração do plano de acção, desde a ideia até à sua implementação.

As oficinas do “Saber Ser, Saber Fazer” são uma conceção genial e inovadora de trabalhar competências transversais ao ser humano ao nível do auto e hétero conhecimento e das relações interpessoais.

Saber Ser (cognição). A empatia, motivação emoção, sentimentos, comunicação entre outros fazem parte das competências a desenvolver.

Sendo o saber fazer (empírico, prática). As oficinas artísticas customização de roupas e acessórios e laboratório do papel. Um espaço dedicado à criatividade e à arte manual.

A oficina gastronómica, dieta Paleo à base de ingredientes naturais sem glúten, lactose, açúcar sintético.

É uma excelente oportunidade de aprender com profissionais qualificados que motivam e valorizam a cada instante num espaço descontraído e positivo.

Logo, o resultado é uma GroupWare (produção partilhada) de saberes que aposta num espaço diferencial que promova o potencial humano, levando-o a adotar uma participação ativa e empreendedora no seu próprio processo de crescimento com base numa ética responsável, sustentável e solidária.


Aqui Sinto que posso sonhar!
Muito obrigado!

Marta Gomes
Animação Sóciocultural

20 de fevereiro de 2015

Saber Ser / Saber Fazer

A Associação Humanidades é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que tem como principal objetivo intervir no setor social. É certificada pela DGERT (Direção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho) para as áreas de formação com foco no desenvolvimento pessoal.

Esta associação tem como eixo prioritário a promoção do desenvolvimento social, pessoal e profissional de cidadãos desfavorecidos em situação de risco, apostando principalmente na inclusão de jovens mães.

A mesma tem vindo a alargar a sua área de intervenção a outro público-alvo e nesse sentido aposta neste momento num novo projeto, em parceria com o Barclays “Saber Ser Saber Fazer”. Este projeto com vista à orientação pessoal e profissional consiste num apoio individual de Coaching e Mentoring e em diversas oficinas, que se dividem em dois grandes grupos – Oficinas do Ser e Oficinas do Fazer.



Trata-se de um projeto pioneiro que aposta na melhoria das competências pessoais e descoberta de novos potenciais ao nível do empreendedorismo e empregabilidade.

Associação Humanidades